US$ 14 bilhões
movimentação global estimada do mercado de microdramas em 2026, segundo a consultoria Omdia
O formato vertical de um a dois minutos por episódio deixou de ser curiosidade de aplicativo chinês. No primeiro semestre de 2026, grandes grupos brasileiros anunciaram catálogos próprios, o país ganhou plataforma nacional dedicada e produtoras independentes passaram a rodar temporadas inteiras em blocos de duas semanas.
A consequência prática para quem produz é de método, não de estética. Uma temporada de sessenta capítulos rodada em doze diárias não comporta decupagem descoberta no set: o roteiro precisa entregar o plano de gravação junto, a continuidade precisa ser travada antes e o elenco precisa chegar sabendo o ritmo.
É por isso que a curva de aprendizado do formato está no elenco e na direção, não na câmera. Ator de teatro e de novela precisa reaprender escala; diretor de publicidade precisa aprender volume. Foi essa lacuna que definiu o primeiro curso da Casa Set.
Projeto neste terreno? A casa produz.